economia inteligente, fazendo em casa, junk food, receitas

Biscoito de chocolate quentinho com leite branco

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Porque tudo fica mais gostoso escrito, né? Lanche vira sanduíche, bolacha vira biscoito, essas coisas assim. Até fim de semana na pindaíba. Fim de semana na pindaíba fotografado com a câmera Canon que comprei em 6 parcelas pagas até recentemente, não sem muitos xingamentos de “ALICE DO PASSADO, VOCÊ É LOUCA, 300 REAIS POR MÊS É UMA RENDA MENSAL”, essas coisas.

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É que dia desses eu e o namorado, aquela criatura incrível que me acompanha nos perrengues em vez de me jogar no vento depois da quadragésima crise de choro, passamos mais um final de semana econômico. O programa? Sábado foi dia de comer na Liberdade. Porque lá você come coisa gostosa, come fruto do mar, e paga preço de PF. Esses chineses são coisa linda de Deus, nunca vou entender como eles conseguem deixar barato até pato com lagosta na cidade mais cara do planeta. Mas eles conseguem. E eu comi. E foi bom.

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E domingo foi dia de cozinhar em casa. Porque sim, eu adoro cozinhar. Coisa boa! Isso é bom demais pra quem precisa de economizar e não suporta comida por quilo (tenho teorias suficientes sobre quilos para fazer um novo post). Foi dia de fazer uns cookies de chocolate, com ingredientes que eu tinha em casa.

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A receita original não achei muito gostosa, mas imagino que ela vá ficar melhor se for adaptada desta aqui, que é minha favorita. Aí você bota um pouco de cacau em pó e um monte de Confettis, ou M&Ms, dependendo do seu bolso. E pode manter ou não o chocolate picado da receita original, dependendo do tamanho da sua barriga. Aí, meus filhos, é só se jogar na felicidade. Porque economizar na felicidade é coisa de pobretão.

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Dica: fiz com Confetti branco e preto. O Confetti branco, no forno, não derrete e vira uma bola de gordura doce. Coisa horrível, mesmo. A não ser que você queira se aterrorizar com a gordura ingerida e usar os Confettis embolotados como um diminuidor de vontade de comer os cookies (o que é uma técnica bastante válida), use só os de chocolate preto, mesmo.

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família, fazendo em casa, minha história

Vim aqui pra casa dos meus pais

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Porque de vez em quando me questiono POR QUE? DE ONDE TIREI ESSA IDEIA DE SAIR DE CASA? Sério, trocar bolo feito na hora, barulho de panela de pressão em casa, aquela mimação toda, por trânsito, perrengue e deixa-comigo-que-resolvo-todas-as-minhas-contas, isso é coisa de gente maluca. Logo eu, que nem quis sair de casa por problemas de vida louquismo. Logo eu, que acho que ato de rebeldia é comer sobremesa antes do jantar ou fazer brigadeiro e não enrolar.

Aí chego aqui e minha mãe fez bolo embrulhado (DEVO LEMBRÁ-LOS QUE BOLO EMBRULHADO É UM PRAZER ESQUECIDO DA BOA GASTRONOMIA), bolota de frango, strogonoff, batata frita, pipoca, pão feito em casa, daqueles quentes com manteiguinha derretida em cima. E me oferece tudo, toda querida. Como, por Deus, vou negar? Aí depois ela fica por aí corrigindo minha postura.

“Você anda muito empinada pra trás, Alice! Que coisa pavorosa!” Não, mãe, não é empinamento, é engordamento.

Aí vem meu pai, que ainda não superou o fato de eu ter sobrevivido intacta a todas as bolhas. Digo, as bolhas do pontocom, dos blogs de moda, das iogurterias. Digo, sobrevivi porque nunca tive coragem de abrir meu próprio negócio. Acho que ele lê muita Veja, fica vendo todas aquelas matérias da geração Y, dos multimilionários jovens da internet, e chora todas as noites perguntando onde foi que errou. Eu também, papai, eu também.

“Mas a verdade é que você e sua mãe não são muito boas com esse negócio de ganhar dinheiro.” – disse ele, ontem, enquanto tomávamos café.

“Mas também não precisa fazer essa cara… vocês são ótimas pra gastar dinheiro!” – ele completa, tentando consertar.

Boa, pai. Pronto, enquanto escrevo aqui, ele acabou de trazer um Ferrero Rocher pra pedir desculpa. Liga não, tô feliz.

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fazendo em casa, receitas

Ando numa fase meio gourmet, pode ser bife

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Alana é minha melhor amiga e estava morando fora, porque eu sou assim, fina, tenho amigas que moraram fora. Ela voltou para o Brasil e preciso vê-la. Minha amiga de infância, dos tempos em que a gente não conhecia cabelo escovado nem maquiagem. Amiga daquelas de chorar e rir juntas, de gostar do mesmo menino na terceira série juntas, de tentar matar um rato num hotel em Nova York juntas. Vocês entenderam. PRECISO ver a Alana.

Alana: Vamos na segunda então! Tem algum restaurante gostosinho que você recomenda?
Eu: Uhmmm, conheço vários!

Meu cartão: HAHAHAHAHAHAHAHA

Eu: …mas eu posso fazer um jantarzinho em casa, não prefere? =D

Escrevi isso e corri para baixo da mesa, me escondi, ah Alana, você sacou tudo, não é? Ah, que vergonha.

Alana: Ebaaaaaaaaaaa. Mega prefirooooo! 

Te amo, Alana. Viu só, tudo certo.

Eu: ando numa fase meio gourmet! hahahaha =D -> droga, esse hahaha saiu um pouco desesperado
Alana: Haha!!! To vendo! Fechadissimo então
Eu: show!!!!!! o que vc gosta de comer?
Alana: O mais simples possível. Pode ser bife.

Pode ser bife, Alana disse. PODE SER BIFE. Pode ser bife sem emoticon depois. Ninguém diz PODE SER BIFE sem emoticon depois sem desconfiar de que a amiga está com problemas bancários. É isso, tudo por água abaixo, ela vai aparecer em casa com uma sobremesa e com o exército da salvação.

Procurando receitas de bifes chiques,

Alice Desespero*

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